NOA 3 (2010) - Argentina e Chile - Argentina, Chile,

Relato da minha terceira viagem ao espetacular Noroeste Argentino (NOA) e parte do norte do Chile.

Esta foi minha terceira viagem ao Norte/Noroeste Argentino e norte do Chile. Ela começou a ser planejada a cerca de um ano atrás, com os colegas de trabalho no Banco Central do Brasil, Roberto Simões Lopes Duarte e Wilson Wide Alano, mais o César Bridi que conheci no fórum 4x4Brasil. Juntaram-se a nós o irmão do César, Clauber Bridi, o Marcos Verdi, marido da colega Lidia Georg e o Pedro Duarte, filho do Roberto Duarte.

O roteiro completo da viagem foi o seguinte: Porto Alegre, Uruguaiana, Santa Fé, Córdoba, Capilla del Monte, Cruz del Eje, Cuesta de Miranda, Villa Union, Vinchina, Laguna Brava, Laguna Corona del Inca Pillo, Paso Agua Negra, Vale del Elqui, Pisco Elqui, La Serena, Bahia Inglesa, Copiapó, Paso San Francisco, Fiambalá, Cordillera San Buenaventura, Las Papas, El Peñon, Antofagasta de La Sierra, Salar Antofalla, Antofalla, Vega La Botijuela, Mina Incahuasi (Ouro), Salar del Hombre Muerto, San Antonio de Los Cobres, Salinas Grandes, Cuesta de Lipan, Purmamarca, Maimara, Tilcara, Salta, Cachi, Cafayate, Tafi del Valle, Charata, São Borja, Ijuí, Porto Alegre. Cerca de 7.500km rodados.

Grupo:

 01. Tracker Cinza, levantada 2 polegadas, X-Crowler, pneus Yokohama 235/70-R16: Mário Renato Iwakura, César e Clauber Bridi;

 02. Tracker Prata, original: Wilson Wide Alano e Marcos Verdi;

 03. Pajero Sport HPE, original: Roberto e Pedro Duarte

O álbum completo de fotos pode ser visto em:

http://picasaweb.google.com/mario.iwakura/Viagem2010NOAEChile

 

1º dia - 02/04/2010 - Porto Alegre, Uruguaiana, Santa Fe. 1.080km

Animação na saída de Porto Alegre!

Saímos por volta das 5h da manhã de Porto Alegre, chegamos à Uruguaiana, fronteira com a Argentina, por volta do meio-dia. Feriado, casas de câmbio fechadas, o cambista da rodoviária queria R$ 0,53 por 1 peso argentino. Mas, graças aos irmãos Bridi, conseguimos comprar pesos de um operador de câmbio conhecido do tio deles. Economizamos 2 centavos por peso! Almoçamos no único restaurante aberto e fomos fazer aduana. Do lado brasileiro não havia viva alma! Do lado argentino, fizemos os trâmites e ficamos sabendo que o câmbio era ainda mais barato: R$ 0,49 por peso!

Seguimos então viagem até Santa Fé, onde chegamos no início da noite. Nos hospedamos no hotel Hernandarias (Rivadavia 2684) e fomos jantar no Cículo Italiano (Irigoyen Hipolito 2453), onde tentei comer o maior bife de chorizo que já vi na vida! Devia ter aproximadamente meio quilo de carne!

 

2º dia - 03/04/2010 - Santa Fe, Córdoba, Capilla del Monte, Cruz del Eje. 497km

No outro dia saimos por volta das 9h, seguimos até Córdoba, onde paramos no Carrefour para comprar alguns apretechos para fazer asados (grelha, garfão, tábua de carne, etc) e, principalmente, nos abastecemos com o melhor do vinho argentino disponível, e tinha bastante coisa boa! Seguimos viagem até Capilla del Norte, onde pretendiamos ficar. Sem sucesso, Capilla del Norte é a Gramado dos cordobenses que, em qualquer feriado, lotam a cidade. Sem outra alternativa, continuamos até Cruz del Eje, onde nos hospedamos num hotel simples, mas bastante razoável, à margem da RN38 e próximo à entrada da cidade. Munidos de algumas preciosas garrafas de vinho, fomos jantar numa parrilla, onde fomos atendidos pelo famoso ator americano Robert De Niro, que estava "entrenando su castellano" para um filme!!

Jantar regado a muito vinho. Robert De Niro fazendo as vezes de garçom!

 

3º dia - 04/04/2010 - Cruz del Eje, Nonogasta, Cuesta de Miranda, Vinchina. 509 km.

Saímos lá pelas 9h, seguimos até a famosa Cuesta de Miranda, onde, infelizmente, não vimos praticamente nada devido à uma forte cerração e cerração fina. No final da tarde, chegamos à Vinchina, onde nos hospedamos no Hotel Corona del Inca. À noite, depois do jantar, tivemos uma reunião com os dois guias que iriam nos levar na manhã seguinte à Laguna Brava e Cratera/Laguna Corona del Inca Pillo. Devido à uma fatalidade ocorrida ano passado na Laguna Brava, a subida somente está autorizada com o acompanhamento de guias.

 

4º dia - 05/04/2010 - Vinchina, Laguna Brava, Corona del Inca, Vinchina. 348km.

A saída foi bem cedo, lá pelas 5h da manhã. A estrada até a Laguna Brava é tranquila, qualquer carro 4x2 faz tranquilamente. Entretanto, depois, seguindo até a Corona del Inca, o caminho complica. Trechos pesados de areia, e no meio um trecho de uns 3km de muitas pedras. E, no final, um trecho de subida de areia/pedregulhos. Aqui o 4x4 com reduzida foi essencial. A Tracker do Alano, que estava original, foi a que mais sofreu com as pedras.

Subida a Corona Del Inca

Paisagem deslumbrante da Quebrada Santo Domingo


Caminho a Corona del Inca

Chegando à Laguna Brava

 

Caminho a Corona del Inca

Começa a zona de pedras. Estamos a 5.200 m.s.n.m. Riacho ainda está congelado.

 

Continua a zona de pedras


Arenal congelado!

 

Forte subida final antes da Corona del Inca.

 

Finalmente, chegamos à Corona del Inca Pillo. O GPS marcava 5.294 m.s.n.m.


Alguém se habilita a descer lá embaixo?


Na volta, ainda a 5.200 m.s.n.m, alguns sentem o mal de altura e precisam recorrer ao oxigênio. Vários vomitaram, inclusive um dos guias, e todos sentiram dor de cabeça.


Laguna Brava. 4.400 m.s.n.m.

 

Paisagens exuberantes no retorno à Vinchina.


Paisagens exuberantes no retorno à Vinchina.


Paisagens exuberantes no retorno à Vinchina.

 

5º dia - 06/04/2010 - Vinchina, Paso Agua Negra, Pisco Elqui - 523km

Lavantamos cedo, tomamos café, tiramos um pouco da poeira dos carros e fomos à gerdarmeria perguntar se o Paso Agua Negra estava habilitado, pois esse paso funciona somente de dezembro a meados de abril. O resto do ano fecha pelo clima hostil. Confirmado que o paso estava aberto, fomos em frente. Nesse passo encontramos os famosos penitentes de gelo. Penitentes são formações que lembram uma pessoa rezando ajoelhada. Na aduana chilena não têm jeito, tivemos que tirar toda a bagagem. A tábua que compramos em Córdoba ficou, assim como alguns tomates e cebolas. Chegamos à noite em Pisco Elqui. Nos hospedamos no muito bom hostal El Tesoro de Elqui (Calle Prat s/n), onde jantamos e passamos a noite. O valle do Elqui é conhecido por ser a melhor região produtora de pisco do Chile, além de ser o lugar de nascimento da escritora Gabriela Mistral, ganhadora do nobel de literatura. Também é considerado o ponto onde o magnetismo da Terra é mais forte, por isso abriga um grande número de exotéricos que vêm pra cá morar. Por fim, como chove muito pouco e o céu é muito limpo, a região abriga vários observatórios, entre os quais um dos maiores do mundo, o Cerro Tololo, operado pelos Estados Unidos e Chile. 

Mirador La Olla (4.300 m.s.n.m.), vista do vale da Província de San Juan.

 

Estadas cheias de curvas no Paso, para vencer a altura da Cordilheira.

 

Limite Argentina-Chile. Paso Agua Negra. Cerca de 4.800 m.s.n.m.


Os famosos penitentes do Paso Agua Negra.

 

Embalse Puclaro, Chile.

 

Chegando ao Vale do Elqui.

 

6º dia - 07/04/2010 - Pisco Elqui, La Serena. 108km.

Valle del Elqui.

Chegamos cedo em La Serena, fomos direto ao recomendadíssimo Hostal El Punto (Andrés Bello 979). A Pajeiro HPE Sport do Roberto não aguentou bem a subida da Corona del Inca e os amortecedores dianteiros foram pro saco. Almoçamos e, enquanto o resto do pessoal ficou passeando por La Serena, eu e o Roberto fomos trocar os amortecedores. À noite, pegamos dois táxis e, por recomendação de um dos taxistas, fomos jantar no restaurante Mar Adentro (Rengo 20/ caleta pescadores/Peñuelas). Não é o restaurante mais fino de La Serena, mas certamente é onde os chilenos vão comer e, muito provavelmente, onde se come os melhores pratos de marisco de La Serena. Carta de vinho razoável.

 

7º dia - 08/04/2010 - La Serena, Bahia Inglesa. 426km.

Viagem transcorreu sem problemas. Almoçamos em Vallenar no restaurante Moros y Cristianos, que fica à beira da RN5. Continuamos até Bahia Inglesa, onde ficamos no colorido Hotel El Coral (Av El Morro, s/n), que estava completamente vazio. Saímos e fomos jantar ali perto no muito bom restaurante El Plateao (El Morro 756-B, costanera).

Hotel El Coral, Bahia Inglesa, Chile


Um dos peixinhos pendurados em frente ao Hotel El Coral.


8º Dia - 09/04/2010 - Bahia Inglesa, Copiapó, Paso San Francisco, Fiambala. 550km.

Saímos cedo, no caminho passamos no super Jumbo em Copiapó para nos abastecer de vinhos chilenos e quando iamos saindo para o Paso San Francisco, o Roberto notou que a cambagem das rodas dianteiras da minha Tracker estavam mal, provavelmente devido às pedras da Corona del Inca. Gastamos umas 3h para alinhar as rodas e seguimos, atrasados, de volta à Argentina pelo deslumbrante Paso San Francisco. Chegamos à noite em Fiambalá. Nos hospedamos na hosteria municipal (Almagro S/N). Encontramos na hosteria três caminhonetes de Santa Catarina, que haviam feito o Paso Agua Negra e Paso San Francisco e já estavam voltando ao Brasil. Uma das caminhonetes, uma Land Rover Range Rover, teve problemas no Paso Agua Negra. O computador simplesmente apagou! Provavelmente pela subida abrupta (de 1.000 m.s.n.m. até 4.800 m.s.n.m) em poucas centenas de kms. Felizmente conseguiram religar o carro e continuar viagem.

Ao fundo, à esquerda, Vulcão Ojos del Salado (6.891 m.s.n.m.), vulcão mais alto do mundo. 


Laguna Verde, Chile, quase limite Chile-Argentina.


Laguna Verde, no primeiro plano piscina natural de água termal. 

 

Paso San Francisco


Paisagem do Paso San Francisco.

 

Paisagem do Paso San Francisco.

 

Vicunhas no Paso San Francisco.


9º Dia - 10/04/2010 - Termas de Fiambala.

Este dia foi de descanço. Acordamos, tomamos o café, e fomos ao açougue de Fiambalá, onde compramos uma EXCELENTE carne e chorizo e nos mandamos pras termas de fazer um asado. Quando chegamos, para a nossa surpresa, haviam retirado as churrasqueiras há uns dois anos atrás, pois havia pessoas que reclamavam que iam às termas para se purificar e ficavam cheirando a carne! Vimos que havia um corredor, ao lado da montanha, feito para a água da chuva escorrer, e não tivemos dúvida, convocamos o engenheiro César, que prontamente construiu uma churrasqueira!

 

Pedro aproveitando as termas.

 

Asado escondido nas Termas de Fiambalá (há cerca dois anos proibiram, mas brasileiro sempre dá um jeitinho!). Depois emprestamos a grelha para um argentino que levou uma mijada do guarda. hehehe!

 

10º Dia - 11/04/2010 - Fiambalá, Las Papas, El Peñon. Aproximadamente 190km.

Antes de partir, passamos novamente no açougue e nos abastecemos para o almoço. Na saída, o guarda da secretaria de turismo local nos pediu para levarmos algumas garrafas de água mineral para um italiano que estava fazendo o caminho que iriamos fazer, só que a pé!!! Seguimos então para a Cordilheira San Buenventura. Como já havia lido no site Patagonia4x4 (www.patagonia4x4.com.ar), a estrada tradicional que passa por Masada del Zarate estava bloqueada por um desmoronamento, mas havia um caminho alternativo que passa pelo povoado de Las Papas, onde seus habitantes abriram com as próprias mãos um caminho pela cordilheira. Consegui o tracklog com o Tano Baldi (www.argentinafoto4x4.com.ar) e fomos! Em Las Papas encontramos dois argentinos e combinamos de fazer um asado de gado e cabrito nas termas Los Hornos, onde o guia local Jaime nos levaria. Também em Las Papas, passamos pelo caminhante italiano para quem estávamos levando a água.

As termas El Horno é um local muito interessante, com águas termais escorrendo em um pequeno riacho e em várias formas que mais parecem cupinzeiros do que fornos! Infelizmente, perdemos muito tempo nas termas e chegamos já à noite no Campo de Pedra Pomez, de onde somente pudemos ver os vultos, pois a luz já era muito pouca. Para atravessar o campo, passamos por um areal que é bastante complicado.

Chegamos à noite na Hosteria Municipal de El Peñon. Uma hosteria nova e excelente. Peca apenas pelo atendimento precário.

 

Caminho até Las Papas, atravessamos umas 50 vezes o rio.


Onde está a estrada???

 

Las Papas

 

Jaime, preparando o asado.

 

Termas Los Hornos.


Pedro e Clauber na terma natural de Los Hornos.

 

Começo dos arenales, perto das Pedras Pomes.


11º Dia - El Peñon, Antofagasta de La Sierra. 61km.

 

Levantamos lá pelas 8h e fomos direto à Antofagasta de La Sierra. Antes de chegar, desviamos e subimos o vulcão Antofagasta. Não é uma subida muito exigente, apenas uns 150m, porém, como estamos a 3400 m.s.n.m, o folêgo não é o mesmo que ao nível do mar! Depois, seguimos a Antofagasta de La Sierra e nos hospedamos na hosteria municipal. À tarde, depois de almoçar na hosteria, fomos visitar diversos locais onde há petroglífos. À noite, visitamos o interessante museu mineralógico.

Vulcão Alumbrera visto desde o topo do Vulcão Antofagasta.

 

Vista desde o topo do vulcão Antofagasta.

 

Petroglifos em Antofagasta de La Sierra.


Petroglifos em Antofagasta de La Sierra.

 

Flamingos na Laguna de Antofagasta.

 

Torreon em Antofagasta de La Sierra.

 

12º dia - Antofagasta, Salar de Antofalla, Antofalla, Vega La Botijuela, Antofagasta. Cerca de 210km.

No dia seguinte, acordamos e fomos ao deslumbrante Salar de Antofalla. O Roberto levou de carona um senhor que mora na Vega Colorada, perto de Antofalla, onde iríamos passar. Já chegando no salar de Antofalla, o senhor disse ao Roberto que havia um atalho más "blando" e resolveram seguir, só avisou brevemente no rádio que iam pegar um "atalho"... O Alano e o Marcos, em uma das Tracker's voltou para verificar e ficou preso no "atalho", que só desce... Segui atrás e tivemos que seguir o atalho, que é arenoso e cheio de pedras. Eu não tive problemas, pois minha Tracker está levantada. Mas o Alano desceu atropelando todas as pedras do caminho! Sorte é ele havia posto uma proteção frontal reforçada de aço e não houve maiores danos.

Chegamos em Antofalla, onde a esposa do senhor nos preparou um espaguete com salsichas que haviamos trazido. À tarde seguimos para os Ojos de Campo, que são piscinas de água de cores variadas às margens do salar. Uma delas, particularmente, é bastante estranha, pois é de um laranja/vermelho muito intenso.

Seguimos então para a Vega La Botijuela, onde um senhor muito falante, o Simon, mora sozinho e cria ovelhas. No alto da montanha, aos pés da cordilheira, ele têm a sua casa e uma pequena piscina de água termal. O caminho até lá é complicado. Infelizmente ele não estava em casa.

Após a vega, voltamos à Anfogasta por um outro caminho mais ao sul. 

 

Clauber mirando o rio congelado. Caminho ao Salar de Antofalla.

 

Caminho ao Salar de Antofalla. Salar de Antofalla ao fundo.

 

Bofedais congelados e lhamas ao fundo.

 

Caminho "tradicional" à Antofalla.


Caminho alternativo à Antofalla. Só desce, impossível subir, devido à inclinação e à areia fofa.

 

Antofalla.


Antofalla.


Antofalla.

 

Ojos de Campo, Salar de Antofalla.


Ojos de Campo, Salar de Antofalla.

 

Salar de Antofalla.

Caminho à Vega La Botijuela.

 

Caminho à Vega La Botijuela.


Piscina natural de água termal. Vega La Botijuela.


Vega La Botijuela. O único morador, Simon, não estava em casa...

 

No meio do Salar de Antofalla.

 

Salar de Antofalla.

 

Caminho de volta a Antofagasta de La Sierrra.

 

Vulcões Alumbrera e Antofagasta no entardecer.

 

13º dia - 14/04/2010 - Antofagasta de La Sierra, Salar del Hombre Muerto, Salar de Pocitos, San Antonio de Los Cobres, Purmamarca. 476km.

 

Saimos cedo de Antofagasta, pegamos a RP43 e fomos visitar a mina de ouro abandonada Incahuasi no extremo sudoeste do Salar do Hombre Muerto. Mina muito rica, foi inicialmente explorada pelos incas, depois pelos espanhóis, argentinos, ingleses e de novo pelos argentinos e posteriormente abandonada. Passamos rapidamente por San Antonio de Los Cobres e nos dirigimos à Salinas Grandes e descemos a Cuesta de Lipan até Purmamarca, onde chegamos à noite.

Feira artesanal em Purmamarca.

 

Purmamarca.

 

Caminho de Los Colorados, Purmamarca.


Caminho de Los Colorados, Purmamarca.

 

Cerro Siete Colores, Purmamarca.


Entrada de Purmamarca.

 

14º dia - 15/04/2010 - Purmamarca, Tilcara, Maimara, Humahuaca, Salta. 313km.

Paleta del Pintor, Maimara.

 

Vista da Bodega Fernando Dupont, Maimará. Vinícola mais alta do mundo, com 2.500 m.s.n.m. É uma vinícola jovem que já produz vinhos muito bons. Pasacana é o vinho premium deles.

 

Salta, La Linda.


15º dia - 16/04/2010 - Salta, Cuesta de Lipan, Parque Nacional Los Cardones, Cachi. 154km.


Cuesta del Obispo.


Parque Nacional Los Cardones.

 

Cardones gigantes!

Museu de Cachi.


16º dia - Cachi, Bodega Colomé, Camiño de Los Artisanos, Cafayate.  180km.


Tear no Camino de Los Artisanos.

 

Quebrada de Las Flechas.


17º dia - 18/04/2010 - Cafayate, Quebrada de Cafayate.


Vista da Bodeba Vasija Secreta em Cafayate.

 

Quebrada de Cafayate.

 

Quebrada de Cafayate.

 

Quebrada de Cafayate.


18º dia - 19/04/2010 - Cafayate, Tafi del Valle, San Miguel de Tucuman, Charata. 715km.

Dormimos em Charata, no Hotel Catange (RP94, km 71,2). Um excelente e novo hotel (muito melhor que qualquer hotel em Roque Saenz Peña). Único senão é o restaurante do hotel, muito fraco. Mesmo sendo uma região rica pela pecuária, a carne conseguiu ser ruim e dura, uma exceção na Argentina!

 

Museo Pacha Mamma, em Amaicha del Valle.

 

19º dia - 20/04/2010 - Charata, Corrientes, São Borja, Ijuí. 895km.

20º dia - 21/04/2010 - Ijuí, Porto Alegre. 412km.

Protagonistas da viagem, da esquerda para a direita: Marcos Verdi, Wilson Wide Alano, Pedro Duarte, Roberto Duarte, César Bridi, Clauber Bridi e Mário Renato Iwakura.






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